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Pilotos de F1 conectados à inteligência artificial é aposta da Mclaren para 2050

Campeonato deve ser transformado pela inteligência artificial, autonomia dos carros e realidade mista

Tempo de leitura estimado: 2 min

A McLaren apresentou um relatório sobre como a empresa acredita que será o campeonato de Fórmula 1 em 30 anos, quando as corridas devem ser transformadas pela inteligência artificial (IA), autonomia dos carros e realidade mista.

Um conceito de carro elétrico com tração traseira de 500km/h, alimentado por uma bateria dobrável moldada no pacote aerodinâmico, é a grande previsão da empresa. Para a McLaren, as semelhanças com os carros atuais devem ser apenas as quatro rodas, uma traseira e um humano no cockpit.

Os pilotos devem estar conectados à inteligência artificial por meio de um elo no capacete e de sensores dentro do macacão de corrida. A tecnologia faria o papel de prever as preferências e o estado de espírito do motorista, fornecer estratégias de corrida em tempo real e informações importantes por meio de uma exibição head-up holográfica. “O motorista do futuro receberá menos informações do pitwall e contará com um co-piloto de inteligência artificial. A engenharia de uma IA, sempre poderosa e intuitiva, será um diferencial de desempenho significativo em corridas de grande prêmio até 2050”, diz o relatório da McLaren.

Os circuitos também poderão ter sua dinâmica mudada: em vez de confinar os carros em pistas como as de hoje, as cidades inteligentes darão a chance de colocar as pistas nas portas das pessoas. “O Grand Prix italiano de 2050 ainda passaria pelo coração de um dos maiores parques históricos da Europa, mas pelas ruas do centro da cidade de Milão, em vez do parque de Monza.”, afirma o relatório.

O relatório da McLaren sobre o futuro da F1 é resultado de uma convocação de especialistas de diversas profissões e de fãs do esporte para falarem sobre o que esperar da corrida em 2050. Alguns entusiasta do esporte preveem que uma evolução na tecnologia e o impacto do transporte autônomo poderiam reduzir a direção, de forma geral, a um hobby de nicho. Portanto, poderia haver um aumento de pessoas querendo participar do esporte, e não só assistir, como forma de substituir sua conexão emocional com a direção.

Confira o vídeo:

Postado em 31 de Janeiro de 2019 às 19:00

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