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Estudo afirma que morar fora é uma ótima maneira de se encontrar

Para pesquisador, expatriados têm um melhor senso de si mesmos

Tempo de leitura estimado: 2 min

Um estudo realizado pelo professor assistente de Administração, Hajo Adam, da Rice University, em Houston, Texas, explica por que se mudar para o exterior é uma ótima forma de se encontrar.

Foram analisados seis estudos que examinaram a “clareza do autoconceito” dos indivíduos – uma escala usada para mensurar o quão bem as pessoas se conhecem. A escala inclui uma série de doze declarações, como “minhas crenças sobre mim muitas vezes estão em conflito” ou “passo muito tempo imaginando que tipo de pessoa eu sou”.

Adam percebeu que a clareza do autoconceito é particularmente alta em pessoas que vivem no exterior. Isso acontece porque fora de seus países, livres das restrições e expectativas associadas às suas próprias culturas, os expatriados têm mais oportunidades de descobrir o que é mais importante para eles. Adam, por exemplo, que é originário da Alemanha, descobriu o quanto valoriza ser pontual quando vivia na França, onde é comum se chegar tarde aos compromissos.

Morar fora

O estudo de Adam também afirma que o que torna a experiência de expatriação tão esclarecedora não é o número de países em que as pessoas vivem, mas por quanto tempo elas moram fora. "É melhor viver 10 anos em um país do que dois anos em cinco países", diz o professor. Isso porque, quando a pessoa é nova em um lugar, ela fica mais envolvida com questões práticas como onde morar ou como encontrar um bom médico. Depois de se acomodar, a pessoa tem mais tempo para se concentrar em si mesma. Para Adam, “estar longe de casa pode levar alguém para mais perto de si”.

Postado em 6 de Novembro de 2018 às 10:00

Lucas Foster
LabCriativo / Editor

Fundador e CEO do LabCriativo



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